Este trio Belga
atravessou os anos 90 deixando uma marca de mais de 10 álbuns.
Fascinados desde o início pelo continente Africano,
os Aka Moon cedo espantaram pelo jazz de sonoridade tribal,
algo que lhes confere uma sonoridade muito própria.
Tocaram com percursionistas do Senegal o fabuloso live
at the Vooruit, foram à nascente do ritmo e
música no primitivo e perfeito Nzomba
gravado a meias com os pigmeus da região homónima
na África Central, hipnotizaram as serpentes em Ganesh.
Já em 99, entraram no domínio da orquestração
e o resultado é um álbum de grandes movimentos:
Invisible mother, com participação
do projecto Ictus.
Em 2000, editam Invisible sun sob a forma de
ensemble com 9 músicos convidados. O resultado é
o álbum preferido de muitos e o mais aclamado pela
crítica. Em 2001, é finalmente editado in
real time, música feita para o espectáculo
homónimo e que trouxe, juntamente com a companhia
Rosas, os Aka Moon ao CCB.
Um ponto comum a todos estes momentos, a verve do Sax de
Fabrizio Cassol, um nome que, juntamente com Aka Moon, está
prestes a explodir no mundo inteiro. Ainda não ouviram
nada ....